INDICAÇÕES Auxiliar no controle de ecto e endoparasitas de bovinos. POSOLOGIA E MODO DE USAR Para animais em pastoreio: adicionar 600g a 1.200g para cada 30kg de suplemento mineral/proteico, conforme o desafio verificado no rebanho e assegurar o consumo mínimo de 2 a 4 g/cab/dia. Para rebanhos leiteiros: avaliar o grau da infestação (carrapatos e moscas), definir a estratégia de doses para o tratamento. Usualmente assegurar a ingestão de 10 a 15 g/cab/dia misturando ou colocando sobre a ração. Nas situações de parasitismo intenso, as doses devem ser duplicadas por períodos variáveis (pulsos 7 a 14 dias) a depender da resposta observada ou a critério do Médico Veterinário. MODO DE CONSERVAÇÃO Conservar em local seco e arejado, ao abrigo do sol, longe de odores fortes e de fontes com radiação eletromagnética. Assegurar-se que a mistura final fique homogênea. Manter as embalagens sempre bem fechadas após a abertura inicial. DICAS DE MANEJO DA REAL H: • Assegure-se de que a área de cocho é suficiente para todos animais do lote; • Observe rigorosamente as doses indicadas; • Avalie sempre a qualidade dos alimentos fornecidos, visando obter a melhor resposta do organismo; • Nas fórmulas produzidas na propriedade, adicione o produto a um dos ingredientes antes de colocar no misturador, assim, reduz perdas por adesão às paredes do equipamento, inclua-o no terço final da mistura; • Incorpore o produto aos suplementos ou rações de modo a garantir a homogeneidade da mistura final; • Avalie periodicamente a ingestão efetiva do produto (g/cab/dia). Forneça o produto diariamente durante o tratamento conforme rótulo/bula; • É importante após o manuseio do medicamento, fechar a embalagem e armazená-la em local seco, ao abrigo de luz solar e calor; • Os produtos não perdem a sua ação mesmo em contato com a chuva. É importante remexer os alimentos no cocho para favorecer a secagem natural; • Em propriedades com parasitismos muito intensos e fora de controle, antes de iniciar o tratamento é necessário fazer uma avaliação minuciosa. As variáveis como genética, histórico do rebanho, manejo, tratamentos, doses, carga animal, nutrição e nível de produção, devem ser consideradas; • Em alguns casos, é importante realizar testes diagnósticos complementares; OPG (ovos por grama de fezes), FAMACHA (coloração da mucosa) e BIOCARRAPATICIDOGRAMA (avaliação da eficácia dos carrapaticidas), para a definição da melhor estratégia de combate; • Cumpra fielmente o calendário sanitário. Avalie a necessidade de outras vacinações; • Em casos especiais consulte sempre o Médico Veterinário responsável ou o Departamento Técnico da Real H.